01 de abril de 2010

TRILHA INCIDENTAL

Por José Carlos Sá

Por uma convergência de azares – esqueci os CDs de fé, irmãos, camaradas e o JP desconfigurou a programação do rádio do carro – viajei para Cacoal mexendo no dial. Ouvi coisas que até Deus duvida, para abreviar a história.
Tem a “música” da Saia e bicicletinha, que é um retrato daqui da Zona Leste, Sul e Norte de Porto Velho e todo lado. O cara “canta” um estribilho mais ou menos assim: “ela sai de saia de bicicletinha /uma mão vai no guidom e a outra tapando a calcinha”. A  mensagem é que o tarado quer ver a cor da calcinha da criatura. Noutra ocasião, já de volta, ouvi a resposta. Alguma coisa como que a menina não anda mais de bicicleta, mas agarrada ao moto-boy (na verdade moto-taxi, que mudou para rimar com “dói”…).
Eu estava dirigindo só e por falta de companhia, viajei em má companhia…

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Brega 

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