Essa “eleição” para transformar a Ponta do Abunã em município já está me dando azia. Que me perdoe o amigo Léo – ausente da ‘terrinha’ por razões familiares -, mas a minha tendência é votar “77”.
O plebiscito está me parecendo um engodo eleitoral e dos grandes. Gente que antes era contra, hoje é a favor (lembram dos projetos ‘dasuzina?’); gente que sabe que não é para agora e já fomenta ‘lideranças’ (lembram da PEC da Transposição?); gente que não tá nem aí para se é “ponta” ou “rabo” (já viram qualquer eleição?).
E outras: Um dos defensores da emancipação diz que o novo município será beneficiado pelos royalities dasuzinas, mas o Rio Madeira não passa por lá, a área não é afetada. Jacy-Paraná – que não tá na lista de emancipação – ficaria bonita na foto, sim. Outro, tem o nome estampado em um carro de som que faz barulho na porta da escola; mais um motivo para eu dizer “não”.O que adianta – pensem bem (como dizemos para o JP quando estamos ‘acompanhando’ ele fazer as tarefas escolares) – o que adianta emancipar a Ponta do Abunã? Extrema ou Calama? Pense? Qual a atividade econômica que há lá que o Ibama não reprima? A vantagem de Fortaleza do Abunã para Calama são as pedras “exportadas” para o Acre. Só, somente só.
77!
