Guiados pelo senhor Giovani Schmitz, fizemos mais de duas horas de trilha na mata que mistura vegetação natural com o cultivo de Teca. As espécies próximas do caminho são identificadas com os nomes mais conhecidos e pelo científico.
A Mar avistou uma macaquinha com o filhote às costas e um morcego, pendurado numa Samaúma. Além disso, o nosso guia nos mostrou rastros de porco do mato, de capivara e de veado. Em um barreiro também sentimos o cheiro ácido da urina do quati. (Fotos Giovani, Mar e JCarlos)
Entramos na trilha com o basset “Neguinho”.
“Olhos” para todos os lados,
O ‘chalme’ do chapéu Santos Dumont…
“Urbícola” e sem jeito.
Procurando o macaco.
Na Figueira, pensando que era uma Samaúma.
Na Samaúma, sabendo que era Samaúma.
Abrindo caminho.
Só soubemos depois. O “Neguinho” sentiu cheiro de onça e nos deixou na mão, voltando para casa.









