27 de julho de 2009

CHORÃO

Por José Carlos Sá

Depois de passar horas em aviões lotados e ficar ao leo em Cuiabá, cheguei a São Paulo, onde os termômetros oscilavam entre 17 e 19°. Tive o desprazer de pegar um taxi da Coopguarulhos. Desprazer por ter que ouvir durante 40 minutos o choro do motorista, que não gostou de eu ter anunciado que o pagamento da corrida seria pelo convênio. Antes de embarcar, fui até o quiosque, me informei e recebi o carimbo de autorização para o pagamento.
Sem paciência nenhuma, cortei a conversa sugerindo ao motorista duas alternativas: que reclamasse na cooperativa dele ou que mudasse de ocupação.
Nada mais disse nem foi perguntado.

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Motorista de taxi 

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