16 de fevereiro de 2009

ECOS DO ‘BERADÃO’ – 5

Por José Carlos Sá

Em Nazaré, ficamos hospedados na Pousada Canaã. Construído em madeira, os quartos não tinham ar condicionado, um só banheiro/sanitário externo (masculino e feminino). Na madrugada de quarta-feira, acordei para a água e o xixi regulamentares. Estava tudo escuro e o ventilador desligado, pois faltava luz. Ao abrir a porta do quarto, a lâmpada acendeu – só o filamento. Assustei e olhei em volta se havia mais alguém. Fui para a parte externa e outra lâmpada se acendeu, também fraquinha. Já no banheiro, a lâmpada acendeu, aí, com a luminosidade normal. Pensei: “Cara, aqui não tem ar condicionado, mas tem sensor de presença…”.

Pela manhã, faltou água e aqueles que acordaram mais tarde, tiveram que se virar com água mineral, pois o proprietário demorou a ligar a bomba, que puxa água do “furo” que passa na frente da pousada. No “checkout”, o seu Raimundo se esqueceu que na placa afixada na entrada da pousada o preço de pernoite individual era de R$ 20,00. Ele queria receber R$ 25,00 por cabeça. Não pagamos.
No calçadão, ouvi a frase: “Uma andorinha só não faz verão, mas quando junta mais e uma, toca a falar mal da vida dos outros”.
Abaixo, fotos da sinalização das portas dos banheiros feminino e masculino. (Foto JCarlos)

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