28 de dezembro de 2008

PREVARICANDO E ANDANDO

Por José Carlos Sá

O fato aconteceu dia 22, mas só hoje vi publicado em vários saites: “Presidente da APROM ameaça detonar administração Sobrinho”. A palavra ‘detonar’ (trauma?) foi que despertou minha atenção para o texto, que li várias vezes e ainda não entendi, pois faltam algumas respostas para aquelas famosas perguntas básicas no jornalismo: onde?, como?, quem?, quando? e por que? O assunto seria um suposto (hehehe, não resisti) desentendimento entre a chefe de gabinete da Prefeitura e o Procurador-Geral do Município a respeito da proposta de mudanças na estrutura da Procuradoria. Até aí tudo bem. Aí aparece a figura do presidente da Associação dos Procuradores do Município, acusando a administração petista de estar “eivada de vícios e mazelas administrativas” e ameaçando jogar tudo no ventilador. Ora. O cara é procurador também e se ele sabe de irregularidades, mais que ninguém, deveria dar os nomes aos bois e não fazer ameaça. Se funcionário público sabe que está ocorrendo problemas na administração a que ele é serve, a lei o obriga a denunciar incontinenti, ou estará praticando crime de prevaricação.
Temos que parar com essa história de jogar a pedra e esconder a mão.

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Prefeitura de Porto Velho 

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