Já comentei aqui, umas duas vezes, a situação em que se encontra a biblioteca municipal “Francisco Meirelles”. Hoje, em artigo publicado no Diário da Amazônia, o estudante Diógenes G. Zãn, conta a dificuldade de quem depende daquele espaço para pesquisa e estudo. Ele diz que faltam copos para beber água, as lâmpadas do banheiro estão queimadas, o ar condicionado não funciona e não existem ventiladores, é dificil o aceso à internet e a biblioteca sempre está fechada para “reuniões internas”. Foi por isso que “aposentaram” a Glorinha, que não se cansava de reclamar dessa situação. Alguém precisa fazer alguma coisa.
Sei que a maioria das pessoas não gosta de ler, mas há quem goste e quem precise.
29 de outubro de 2008
