02 de agosto de 2008

DISQUE DÚVIDA

Por José Carlos Sá

Aplaudi o lançamento do Disque-Eleição, imaginando que seria uma ferramenta eficaz para denunciar irregularidades nas campanhas eleitorais. Comentei o caso do candidato que teria oferecido pintos em troca de votos, etc, etc. Hoje, sábado, uma conhecida ouviu incidentalmente um anúncio, divulgado por uma rádio de Candeias, onde a prefeitura local chama as famílias para a regularização fundiária. Lembrando que anúncio semelhante foi proibido pela Justiça Eleitoral em Porto Velho, que aplicou multas de até R$ 30 mil em quem colocou a coisa no ar, minha amiga resolveu testar o princípio da isonomia e ligou para o 148. A plantonista não sabia o que estava fazendo ali. Para ela, o deputado Garçon era candidato a prefeito em Candeias e não em Porto Velho. Minha amiga não desistiu, contou toda a história para a plantonista, atualizou-a no cenário político, mas não tem esperança alguma.

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Comentários

  • Anônimo disse:

    Vendem o voto, se vendem, fazem qualquer negócio, e depois só sabem meter o pau nos políticos. Zé, isso está na origem da formação do Brasil, infelizmente. Tudo começou errado. Mara

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