22 de julho de 2008

KAFKA – 2

Por José Carlos Sá

Ainda meio sonolento, ao sair do quarto na manhã de hoje, me deparei com uma barata. O reflexo fez com que pisasse nela e a empurrasse por debaixo da porta da sala. O dedão bateu na quina do portal. Pense numa quina afiada. Estou vendo estrelas até agora (Lembrei do assunto agora, quando acabo de bater o pé machucado na mesa…). Este post também poderia se chamar “a vingança da barata”, mas não vou dar este prazer a ela, não.

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