22 de julho de 2008

BOI-COTE

Por José Carlos Sá

Amigos, perdão pelo trocadilho infame do título, mas não há outro disponível no momento para descrever o segundo fracasso no leilão para venda dos “bois piratas” que foram apreendidos em reservas ambientais no Pará e que deveriam virar churrasquinho para o Fome Zero. Bravatas. Falando nisso, quando saiu a notícia da decisão de apreensão dos animas, disseram que eram bois paraenses e rondonienses, acontece que destes, não se ouviu falar mais. Tem alguma coisa aí. Ou os tais bois piratas foram legalizados e retornaram a seus respectivos proprietários?

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