Sem polícia, sem correspondência, sem poder se aposentar, o portovelhense agora está “de pés”. A greve dos motoristas de ônibus deixou as paradas cheias de pessoas aguardando o coletivo que não veio. Alguns particulares faziam lotação, oferecendo seus carros particulares para levar as pessoas ao centro da cidade a um real.
14 de julho de 2008
