12 de junho de 2008

VICES & VICES

Por José Carlos Sá

Lendo n’O Globo de hoje sobre o imbróglio entre a governadora gaúcha Yeda Crusius (PSDB) e o vice dela, Paulo Feijó (DEM), lembrei-me da história de Rondônia, onde as relações entre o chefe do executivo e o seu substituto legal sempre foi complicada. No governo Angelin, o substituto eventual era o presidente da Assembléia, deputado Amizael Silva. Angelin não fez nenhuma viagem internacional nem tirou licença para impedir Amizael ter o gostinho de exercer o governo do Estado. No governo Jerônimo Santana, Orestes Muniz, o vice, usava todo o tato que tem para não ferir suscetibilidades. Ao final do governo Orestes viu Jerônimo apoiar (por baixo dos panos) a candidatura de José Guedes. Piana e Canuto se entendiam bem, o oposto do que ocorreu entre Raupp e Aparício. Bianco teve em Miguel de Souza um parceiro leal, que engolia sapos para não chutar o balde e o pau da barraca. Cassol e Odaisa nunca fizeram “par”; na reeleição Cassol a substituiu por João Cahula, que reza na cartilha cassolista.

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