27 de maio de 2008

PORTO VELHO É (IM)PAR

Por José Carlos Sá

Encontramos o museólogo Antônio Ocampo no arraial da Igreja de Nossa Senhora Auxiliadora, sábado. Ele lamentou que havia pouca gente prestigiando a festa. “É só em Porto Velho que as pessoas conseguem dividir tudo. Nós temos duas festas de N.S. Auxiliadora e duas festas do Círio de Nazaré…” Eu não tinha pensado nisso e nem em outra observação do Ocampo: “Porto Velho não olha para o Rio Madeira. A sede da Universidade está de costas, o palácio do governo e a prefeitura estão de lado…” E por aí vai.

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