23 de maio de 2008

INDIANA JONES, INDY PARA OS ÍNTIMOS

Por José Carlos Sá

Dois dias antes da estréia, recebi a sugestão, de forma bastante sutil, das intenções da Mar, que repetia a trilha: “pãpãrãpãããã, pãpãrã, pãpãrãpãããã, pãrã-pã-pã…”. Ontem fomos ao Veneza assistir ao filme “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”. Fui apreensivo, temendo ficar horas na fila. Pelo contrário, compramos os ingressos sem fila e não houve tumulto – a sessão das 21 horas foi a que teve mais procura. Para diversão o filme atende as espectativas, descontados os exageros, que sem eles a história não teria graça. Em alguns aspectos o roteiro foi fiel à epoca retratada: 1957. O bonequinho aplaude. (Foto: Divulgação)

Tags

Compartilhar

Comentários

  • Caro Valter, se o cinema vivesse de verossimilhança não teria graça. Sugiro que você não assista aos filmes do tipo “James Bond”, o “Viagem ao Centro da Terra”, nenhum da série “Jornadas nas Estrelas”. Fique apenas com os documetários, mas nem assim vou garantir verdades absolutas. José Carlos Sá

  • Anônimo disse:

    Acho que o senhor não prestou muita atenção no filme, pois os protagonistas cairam nas águas do rio Amazonas e tiveram que enfrentar as Cataratas do Iguaçu. Só mesmo os norte-americanos para inventar algo tão desastroso e transformar as cataratas do Iguaçu em cataratas do Amaonas. Filme é filme, mas Spielberg, precisava no mínimo pesquisar para o filme não se transforma numa burrice e desrespeito tão grotesco.
    Valter

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*