07 de abril de 2008

ESTUDAR PRÁ QUÊ? – 2

Por José Carlos Sá

“Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo, fui fondo e chutei pro gol.” (Jardel, ex-jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito) “A bola ia indo, indo, indo.. e iu !!!” (Paulo Nunes, comentando um gol que marcou quando jogava no Palmeiras) “Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu” (Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72) “Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola” (Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo) “No México é que é bom, lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias” (Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos) “O meu clube estava à beira do precipício, mas tomou a decisão correta: deu um passo à frente” (João Pinto, jogador do Benfica de Portugal) “Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe” (Jardel, ex-atacante do Vasco, Grêmio e da Seleção, hoje no Porto de Portugal) “Na Bahia é todo mundo muito simpático… é um povo muito hospitalar” (Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano). “Haja o que hajar, o Corinthians vai ser campeão” (Vicente Matheus). Agora compare o seu salário com o deles… E CHORE!!!

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