27 de março de 2008

UM TAPINHA NÃO DÓI, MAS SAI CARO

Por José Carlos Sá

Só agora, depois de cinco anos é que a Justiça se manifesta e condena a empresa Furacão 2000, do Rio de Janeiro, a pagar R$ 500 mil pelo lançamento da “música” “Um tapinha não dói”. O Ministério Público Federal foi um dos responsáveis pela Ação, por considerar que a “música” “banaliza a violência contra a mulher, transmite uma visão preconceituosa contra a imagem do gênero feminino, além de dividir as mulheres em boas ou más conforme sua conduta sexual”. Toma abestado! Deveriam multar, também, os programadores de rádio e DJs que nos torturam com essa porcaria.

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