20 de junho de 2009

SE A MARIA DA PENHA ME PEGA…

Por José Carlos Sá

Sou um ‘inseticida’ paranóico e contumaz. Moscas, mosquitos, carapanãs que se aproximam de mim, geralmente, levam uma mãozada. Nem sempre acerto, mas tento. Estávamos deitados, lendo revistas, quando um carapanã deu um rasante sobre a cabeça da Mar, que se encolheu… devagar demais… tentei reduzir a força e a direção do tapa, mas a proximidade fez com que acertasse os cabelos dela, que até hoje se queixa do sinal de ocupado.
(“Cabelos, é?”)

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Mar Maria da Penha 

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