01 de fevereiro de 2010

TESTANDO

Por José Carlos Sá

Para testarem minha paciência no retorno do paraíso, na agência do Banco do Brasil da Calama apenas um caixa estava abastecido de numerário. A fila estava grande, um “tapado” e a máquina não conseguiam se entender.
Além disso, a zeladora, que devia estar num daqueles dias, varria o chão com raiva, inclusive passando a vassoura sobre os pés dos clientes. Superticiosamente falando, não tenho receio de ter os pés varridos, pois o assunto casamento já está definido. Mas teve gente que não gostou.

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Banco do Brasil Pakaás 

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