29 de novembro de 2021

A beleza da arte ingênua

Por José Carlos Sá

Três artistas plásticos que têm em comum o estilo de pintura “naïf” – um termo francês usado para designar artistas autodidatas que retratam geralmente cenas do cotidiano com cores vivas e alegres – se uniram para homenagear um amigo deles que morreu em 2019 e que também era artista autodidata.

Ângela Rosa, o irmão dela Alexandre Rosalino, mais o paraibano Joílson Pontes, expõe seus trabalhos na Galeria do Centro Cultural de Contagem em homenagem a José Damasceno Telles Camilo.

Damasceno se tornou pintor aos 14 anos. Entre outras, participou de exposição coletiva com o tema Festas Juninas, São Paulo – SP, 1987; duas Bienais de Arte Naïf, Piracicaba – SP, 1994 e 1998; Primitivos e Naïfs, Belo Horizonte – MG, 2001. Recebeu o Prêmio Nacional de Talentos da Maturidade do Banco Real e o Prêmio Mestres e Mestras pela Fundação Cultural de Contagem em 2014.

A característica das obras de Damasceno é a alegria, que ele expressava “nas cores e no traço simples”, segundo o catálogo da mostra que visitei dia 22 de novembro e que faz parte das comemorações do Mês da Consciência Negra.

Vai meu garoto – Alexandre Rosalino – 2006 (Foto JCarlos)

Poeira – Alexandre Rosalino – S/D (Foto JCarlos)

Subindo a ladeira (esq) e Aglomerado – Ângela Rosa – (Foto JCarlos)

Oferendas – Ângela Rosa – S/D (Foto JCarlos)

Santo Pintor – Joilson Pontes – S/D (Foto JCarlos)

Água do poço – Joilson Pontes – S/D (Foto JCarlos)

Brasileirinho – José Damasceno – S/D (Foto JCarlos)

Salão de gafieira (esq) e O céu de lá – José Damasceno – S/D (Foto JCarlos)

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Alexandre Rosalino Ângela Rosa Arte Naïf Contagem Joílson Pontes José Damasceno 

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