Lendo a coluna do José Simão, lembrei de uma música do Geraldo Azevedo, “Em Copacabana” (1977), que diz: “(…) Em Copacabana tudo é rei e rainha/(…)”.
Simão escreveu: “Os monarquistas têm razão. Proclamaram a República, mas tudo no Brasil é rei: o Rei do Gado, o Rei da Soja, o Rei Roberto Carlos, o Rei Pelé, o Rei do Camarote, o Rei do Bacalhau, a Rainha do Bumbum e a Rainha dos Baixinhos! E a rainha da bateria! E a moeda chama Real! E em São Paulo tem uma padaria chamada Rainha da Traição. Esse não levou uma vida de rei, levou um corno de rei!”.
Bem assim. A nossa República está uma bagunça institucional.

