No vai e vem dos primeiros dias da administração interina de Michel Temer, o comentário é do Léo Ladeia, na coluna “Pimenta & Murupi“, publicada hoje, sobre as cotas:
“(…) 05-De gêneros e cotas – Um “papôco” grande. Que ministério é esse sem mulheres e sem negros? O que houve com a questão de gênero? Entendi a grita mesmo achando que misturar mérito com gênero é como se comparar toucinho de porco com fissão nuclear. Como estou envolvido com outros projetos e causas, quedei a matutar: que ministério chinfrin é esse sem índio, pedreiro, nipo-descendente, cadeirante, cego, surdo-mudo, pedagogo, pesquisador, ex-detento, pescador – companhia para outros mentirosos –, gari, jornalista, desportista, psicólogo, motora, etc. E só falam de mulheres e negros? E os homossexuais, artistas, carteiros, etc? Onde estão todos? Onde está Wally? (…)”
Uma coisa que não entendo: Se o povo tem esperanças no retorno da presidente afastada Dilma Rousseff, como esperavam a volta de D. Sebastião, para quê brigar por isso? As coisas podem voltar a ser como eram nos últimos 13 anos…

