A proposta da matéria era mostrar uma inovação do Tribunal Regional do Trabalho em Guajará -Mirim, que investiu na decoração da sala de audiências com o propósito de ajudar nas tentativas de conciliações, criando um “clima” de tranquilidade, “um espaço com arte, com objetos tranquilizantes… A gente colocou até um essência para tranquilizar o pessoal… A pessoa já chega aberta, para negociar, para resolver realmente o seu problema de forma negociada”, destaca o juiz do Trabalho Carlos Antônio Chagas.
O que não entendi foi, entre as “obras de arte” que decoram a sala, um quadro com duas pistolas – modelos antigos de armas de fogo – e uma representação da deusa grega Athena, que é protetora das artes e da justiça, mas também é a patrona da estratégia nas batalhas e está representada vestida para a guerra.
Também fora do ambiente, fotos do rio Madeira e um cocar da tribo Karitiana. Por que não o rio Mamoré, que banha a cidade de Guajará-Mirim e cocares das tribos cujas terras indígenas estão no município, como os Pakaás Novos? Também não sei.

