29 de novembro de 2015

Pesar

Por José Carlos Sá

Lamento a morte da professora Francisca Francinete Perdigão, que ocorreu na noite de ontem em Brasília. Ela era irmã do meu grande amigo Flávio Gonçalves. Peço a Deus que console toda a família.

Do túnel do tempo 11 de novembro 1992 - Foto Damião Cavalcante/Alto Madeira

Do túnel do tempo: Lançamento do livro, 11 de novembro 1992 – Foto Damião Cavalcante/Alto Madeira

Conheci a professora Francinete em 1992, quando do lançamento do livro “Migrantes Amazônicos – Rondônia a trajetória da ilusão”, que ela escreveu em parceria com o professor Luiz Bassegio. Eu trabalhava no Alto Madeira, fui cobrir o evento e inspirado pelo livro, acabei fazendo uma série de reportagens sobre a ocupação de Rondônia pelos migrantes de todo país, inclusive eu.

Fui reencontrar a professora em 2012, quando da exposição das obras do artista plástico Mikeliton Alves no Museu Nacional da República, em Brasília, quando eu trabalhava com o Flávio nasuzina.

MigrantesUma outra particularidade sobre este assunto. O livro “Migrantes Amazônicos – Rondônia a trajetória da ilusão” tornou-se uma referência pelo levantamento documental que os autores fizeram. O exemplar autografado no lançamento, emprestei para um consultor que veio a Rondônia e nunca mais me devolveu. Comprei outro, emprestei e perdi de novo. Numa viagem ao Acre, encontrei o livro – empoeirado – na livraria do aeroporto (velho) de Rio Branco. Comprei e não empresto mais.

Descanse em paz.

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Alto Madeira Brasília Damião Cavalcante Flávio Gonçalves Francinete Perdigão Mikéliton Alves Pesar 

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