Vendo a construção, se é que posso chamar assim, popular existente no início da avenida Farquhar, em frente à Vila Ferroviária, com vista para o rio Madeira, lembrei o livro do arquiteto e artista plástico Júlio Carvalho “Um olhar sobre urbanismo e arquitetura de Porto Velho”, que trata da evolução das construções na capital.
Fiz as fotos no intervalo de quase um ano. O que mudou foram o “puxadão” e os enfeites da residência, que era provisória durante a cheia de 2014, mas que está virando permanente, nesta cidade sem lei.


