Ainda não entendi porque a Pizza, digo, a CPI da Evasão Fiscal desandou. A informação oficial é que o José Luiz Lenzi, secretário-geral da executiva regional do PMDB, enviou um requerimento à Assembleia Legislativa questionando a legalidade na formação da comissão.
Acredito que o assunto que seria discutido, se o fosse sem questões e/ou interesses pessoais futuros ou passados, seria muito importante para a economia do Estado. Há anos ouço cochichos e insinuações sobre enriquecimentos ilícitos de pessoas ligados à fiscalização tributária, mas destas acusações não se pode separar a verdade da inveja ou da maledicência. Só com investigação séria.
Falta também o discernimento do que são benefícios fiscais oferecidos a empresários para se instalarem aqui, da sonegação pura e simples. Dos assuntos que fariam parte das investigações, segundo o que li por aí, seria a atuação do Tribunal Administrativo de Tributos Estaduais (TATE) e, claro, sobre a situação dasuzina.
Como a Imprensa caripuna se satisfez apenas na reprodução dos rilises dos gabinetes dos deputados, ficou faltando uma análise mais profunda sobre a extinção da comissão.
Espero que o deputados, entendendo que o assunto é sério e que deve ser verificado com responsabilidade, tentem reapresentar o pedido de abertura da CPI. Caso não venham a fazer isso é por que a investigação serviria mesmo para promoção pessoal e provocar desgaste do Executivo.
Bolas!

