Só agora soube da morte do seu Antônio Barbosa. Ele trabalhava na Assembleia Legislativa Legislativa desde 1986, mas só o conheci na administração Oswaldo Piana (1991/1995), quando seu Antônio foi para o governo como motorista do governador.
De uma simplicidade ímpar e muito atencioso, eu revi seu Antônio no final de janeiro deste ano, quando fui à Assembleia buscar o convite para a posse dos deputados. Quando disse que havia lido a matéria sobre ele, riu e disse: “Tem gente com raiva, por que escreveram que fui o primeiro motorista da presidência… Mas não fui eu que falei…”
Descanse em paz, seu Antônio. O senhor merece.

