25 de abril de 2021

Cativos e libertos – O que li no confinamento

Por José Carlos Sá

Jorge, o protagonista do livro, passa cinco anos estudando Engenharia na França e volta ao Brasil com muitos planos: trabalhar pelo país, construindo obras que beneficiem a todos e ajudar na abolição dos escravos. A história do livro se passa no Brasil Colonial e Jorge, antes de colocar os projetos dele em prática, vai visitar a família em uma fazenda no interior, em local não identificado. Ao chegar em casa fica sabendo que o pai dele morreu há alguns anos – ninguém o informou para que não parasse os estudos e voltasse -, que a suposta noiva (prometida a ele pelo acordo dos pais), havia se casado com o irmão. Quando acaba de se inteirar desses fatos chega a informação que José, o irmão, foi morto em uma tocaia, há poucos minutos.

A fazenda vizinha, Morro Vermelho, é de propriedade de um homem impiedoso, que trata muito mal seus escravos. Todos tem raiva dele. Na fazenda da família de José, a Sant’Ana, é diferente. Os escravos são bem tratados e recebem prêmios por produtividade. Esta era a razão da raiva do coronel Francisco. A certa altura há uma revolta na Morro Vermelho, o filho do coronel é morto e o dono da fazenda fica paralítico devido a uma facada recebida nas costas, que afetou a coluna vertebral.

Como acontece em romances, Jorge se apaixona pela filha do coronel Francisco e um filho do coronel quer casar com uma irmã de Jorge. Ao final tudo se ajeita, com o coronel perdoando Jorge, seu inimigo. Ok

O livro Cativos e libertos é de autoria de Antonio Carlos, psicografado por Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho. Foi publicado pela Petit Editora e Distribuidora, São Paulo, 1994.

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Escravidão Literatura O que li no confinamento 

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