02 de fevereiro de 2020

Resgate na trilha

Por José Carlos Sá

Esse era o objetivo da trilha: A praia de Gravatá (Foto JCarlos)

Ontem (01/01) fomos fazer uma trilha, para alcançar a praia do Gravatá, em Florianópolis. Pelas informações que tinha colhido em um blog especializado em trilhas e numa matéria da NSC TV, eu acreditava que o percurso era fácil e me lasquei.

Na trilha (foto Marcela Ximenes – 01022020)

Era preciso fazer muito esforço para subir e descer morros. Na volta tive uma disritmia. Uma enfermeira, que descia a trilha, mediu meu pulso e recomendou que eu ficasse deitado e respirasse devagar, por vinte minutos. Muitas pessoas pararam pera perguntar se podiam ajudar, oferecendo água, Gatorate, sal, amendoim, ou só para se solidarizar.

Eletro no meio do mato (Foto Marcela Ximenes – 01022020)

A Josy, tia da Marcela, ligou para o Samu e em pouco tempo chegaram uma médica, uma enfermeira e a tripulação do helicóptero da PMSC Águia 02 (PR-PMM). Depois da medicação de emergência, foi feito um eletrocardiograma, ali mesmo, no meio do mato.

Equipe de resgate (Fotógrafo desconhecido – 01022018)

Fui embarcado no helicóptero, levado para  UPA Sul e medicado. Amanhã vou a um cardiologista. O diagnóstico inicial foi o esforço que fiz concentrou o sangue no coração. Estou bem agora, graças a Deus.

A foto acima, no helicóptero, me lembrou uma feita pelo fotógrafo Dana Merrill, mostrando um índio caripuna posando com funcionário do Hospital da Candelária:

Índio caripuna rodeado por enfermeiros do Hispital da Candelária (Foto Dana Merrill)