15 de setembro de 2019

Coleta “seletiva”

Por José Carlos Sá

A Prefeitura de São José ampliou o serviço de coleta de recicláveis e o nosso bairro foi incluído. Ao sabermos disso, passamos a separar os resíduos que produzimos, colocando em uma caixa de papelão, separados em sacolas, papéis e plástico. Os demais resíduos seguem para a coleta normal. No dia em que o caminhão que recolhe os recicláveis passou, a Marcela correu levando a caixa, com cuidado para não misturar o conteúdo e entregou nas mãos do funcionário, que atirou a caixa no fundo da carroceria baú, espalhando o lixo.

Um fato semelhante ocorreu no setor de Sustentabilidade no escritório que Furnas montou em Porto Velho para a realização dos estudos de implantação dasuzina. O querido amigo Raimundo Lima orientava os colegas a separarem os resíduos secos dos orgânicos, colocando cada qual em cestas diferentes. No entanto, o responsável pela limpeza do escritório, o xará José – para desespero do Raimundo -, despejava o conteúdo das cestas em um só saco de lixo preto. O argumento dele tinha fundamento: “A Prefeitura de Porto Velho não tem coleta seletiva e despeja tudo no lixão da Vila Princesa…”