11 de junho de 2019

Malandro x malandro

Por José Carlos Sá

Em Minas, esses malandros são chamados “nó cego”! (Foto internet)

Ouvi esta conversa:

– Sem querer, deixei cair água no meu celular novo, recém-comprado, pelo buraquinho do alto falante, fui sacudir para secar e o aparelho caiu no chão, quebrando a pontinha da película de vidro. Isso foi sexta-feira à noite. Esperei segunda-feira e voltei no cara que me vendeu e disse para ele que o celular não funcionava. Ele abriu e viu a água e falou que entrou água e que não ia funcionar mesmo. Respondi que desde a hora que comprei, coloquei na pochete, junto com os documentos e não tinha nada molhado. Exigi outro aparelho ou iria cancelar a compra no cartão!

– E quanto custou esse celular?

– Duzentos e cinquenta pilas!

– Não sei quem é mais bandido, se você ou o cara que vendeu!

Já diziam que “Malandro não é aquele que passa os outros para trás e sim aquele que faz o que se acha malandro cair na própria malandragem”. Ou o contrário!

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Malandragem Ouvindo de passagem São José da Terra Firme 

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