05 de junho de 2019

Aterro enterrado

Por José Carlos Sá

Geralmente, na Semana do Meio Ambiente – hoje, 5 de junho, é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente – se lembram da destinação correta do lixo. Se discute em seminários, ministram-se palestras em escolas e depois o assunto é esquecido de novo.

Lixão da Vila Princesa – Porto Velho – RO (Foto Jheniffer Núbia/G1-RO)

Um exemplo disso é a lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos que, pelo texto original, todos os municípios do Brasil teriam quatro anos para implantar aterros sanitários a partir de 2010. Acontece que a maioria dos prefeitos não conseguiu ou enrolou para implantar o que a lei determinava e, quando venceu o limite de tempo, procuravam os deputados, que adiaram duas vezes os prazos. Atualmente esse limite vence em 2021, mas como diz o Léo Ladeia, “pelo andar da mula véia”, vão ter que adiar novamente.

Em Florianópolis a coleta seletiva foi implantada há 30 anos, o que gera 209 mil toneladas de material, sendo que 94% segue para o aterro sanitário e o restante é reciclado ou vira adubo. Já em Porto Velho a novela do aterro sanitário vem se desenrolando há muito tempo. O mais interessante é que existe recursos de compensação dasuzina de Santo Antônio à disposição da Prefeitura, mas a execução do projeto é o problema. Vários terrenos já foram escolhidos, já foi feita prospecção arqueológica para liberação ambiental e nada…

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Aterro sanitário 

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