31 de maio de 2019

Um maracujá que não acalma

Por José Carlos Sá

A auto-proclamada “maior festa junina da Região Norte”, o Arraial Flor de Maracujá, para manter a tradição, corre o risco de não ter apresentações dos grupos de quadrilhas e bois-bumbás que são filiados à Federon – federação que reúne estas entidades. Li na coluna do Zé Katraca que houve um desconforto quando o titular da Sejucel – Superintendência da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer, Jobson dos Santos, em entrevista ao programa do Léo Ladeia, declarou que a Federon não é dona do Flor de Maracujá e que não concordava que a Federação ficasse com as taxas cobradas das pessoas que exploram as barracas de comidas e bebidas.

Em “retaliação”, os membros da Federon anunciaram não participar do arraial, o que fez o superintendente da Sejucel ameaçar chamar grupos de outras cidades para se apresentarem em Porto Velho. Apagou a fogueira com gasolina. Vamos ver o que vai dar.

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