09 de abril de 2018

No próprio caminho

Por José Carlos Sá

Transmissão da faixa simbólica de poder (Foto Daiane Mendonça/Secom, editada)

Logo após receber a incumbência para manter o trem na linha, digo, o Estado na direção que estava no GPS administrativo, o governador Daniel Pereira, antes mesmo de sair do Palácio Rio Madeira, participou de reuniões. No sábado e domingo emendou reuniões e entrevistas e nesta semana não será diferente. Entre os problemas na pauta de decisões o que fazer com a Caerd, que está em liquidação, um processo lento e traumático para todos os lados

O ex-governador Confúcio Moura, por sua vez, diz que vai descansar alguns dias, e, nas palavras dele, “fazer backups, esvaziar, tirar de dentro o vocabulário do governo…”. Enquanto tenta fazer este exorcismo, visitará amigos e começa a pensar na campanha ao Senado que será cheia de cascas de bananas, especialmente da parte do MDB (já que não tenho notícias de que Confúcio assinou a ficha de filiação em outro partido), uma agremiação que já tem jurisprudência em puxar tapetes de filiados para facilitar a vida dos tuxauas emedebistas e seus afilhados.