11 de janeiro de 2018

Cowboy é cowboy (ou quase)

Por José Carlos Sá

O cowboy Bernardo Azambuja Jara (Foto Fábio Jara/Facebook)

Na chácara dos Jara, em Amambai – MS, aconteceu o seguinte diálogo.
Personagens: Nelson Jara, avô; Míriam Jara, avó; Bernardo, 2 anos; e eu.
Bernardo, o Bê, estava no colo do avô e viu uma cutícula quase solta no dedão do pé e pediu à avó para cortar.
Avô: Cowboy corta unha com alicate!
Bê: Coboi cota unha licate!
Eu: Cowboy corta unha com alicate de cortar arame…
Bê: Coboi cota unha licate de cotá alame…
Dona Míriam entrou na brincadeira e trouxe uma tesoura de podar plantas. Ao ver a ferramenta, o Bê foi se encolhendo no colo do avô.
Várias vozes: E aí, cowboy?   Afinou, cowboy?
E o Bê apenas gaguejou: Esse não, vó! O outro (alicate pequeno)
Risadas gerais.