25 de novembro de 2017

Embarcando na sombra

Por José Carlos Sá

Já contei aqui a primeira impressão que tive ao chegar em Porto Velho foi receber o bafo quente e úmido, quando desembarquei no antigo aeroporto do Belmont, em 1986. Eu e milhares de pessoas que desembarcam ou embarcam temos que enfrentar sol ou chuva para chegar até o avião ou até o terminal.

Mas nossos problemas se acabaram, pelo menos nos fizeram acreditar nisso. Na quinta-feira, 23, foi anunciada a assinatura da ordem de serviço para a instalação de “conectores modulares móveis dotados de escadas e elevadores” para acabar com essa agonia no Aeroporto “Internacional” Governador Jorge Teixeira.Esse sistema é chamado de “Sistema Mamuth de Embarque“.

Como vai funcionar o negócio (Fotos Orthobras)

Fui pesquisar para ver a diferença dos “fingers” que conheço em diversos aeroportos do país. Vi que os fingers são usados em terminais que tem mais de um piso, o que não é o caso de Porto Velho. O sistema é uma espécie de túnel, com ar condicionado, que liga o terminal à aeronave no pátio. Pessoas com dificuldade de locomoção usam o elevador, os demais as escadas. Uma outra caraterística é que o “túnel” pode ser encolhido quando não estiver sendo usado.

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Aeroporto Jorge Teixeira Mamuth 

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