06 de novembro de 2017

Louro, o boto

Por José Carlos Sá

Estávamos no pier da Pousada Rancho Grande, lá em Cacaulândia, quando ele chegou silenciosamente. Quando nos demos conta, estava sobre o guarda-peito e seguia a Marcela. Ela fez algumas fotos dele e notamos que para onde ela ia ele a acompanhava. É bom registrar que a Marcela conta ter trauma de infância do bicho.

Saímos do pier e fomos em direção ao refeitório para o café da manhã. Só sentimos o voo rasante que ele deu sobre nossas cabeças depois que tinha passado todo sorridente. Mais tarde uma das funcionárias da Pousada explicou que o Louro gosta das hóspedes e chega a beliscar os maridos ou acompanhantes daquelas que ele está de olho. Fiquei esperando, mas ele não se fez de besta comigo, a não ser um ligeiro atentado.

Veja a foto novela. Personagens: Louro, o boto; Marcela Ximenes e eu, o antagonista dele.

No começo foram as fotos

O Louro nos seguiu até o refeitório. Veja a distância que a Marcela tomou do Psittaciforme

Onisciente, onipresente

Sendo covardemente atacado (Foto Marcela Ximenes)

O papagaio coloca a Marcela para correr. Ele está na ponta do banco (Fotos JCarlos)