25 de setembro de 2017

Cidadão Rondoibano

Por José Carlos Sá

Viajei logo depois da sessão solene onde o engenheiro Miguel de Souza recebeu o título de Cidadão Honorário de Rondônia, homenagem proposta pelo deputado Cleiton Roque (PSB – Pimenta Bueno). O ato aconteceu dia 14 de setembro e de lá até hoje não tive oportunidade de escrever este comentário.

Familiares e amigos compareceram para abraçar Miguel de Souza, que teve sua trajetória de empresário, dirigente sindical e político lembrada pelos oradores. O próprio homenageado lembrou de alguns marcos, como a saída para o Pacífico, a criação do Comitê Pró-Energia que levantou algumas bandeira, como a instalação do linhão entre Porto Velho e Ji-Paraná, pelo Gasoduto Urucu – Porto Velho e pela construção do complexo energético do rio Madeira, além da ampliação do Sistema Fiero/SESI/SENAI/IEL para o interior do Estado. Finalmente falou das ações dele no Ministério dos Transportes onde trabalha para garantir recursos para obras em Rondônia, como a conclusão das pontes da BR-429, conclusão da ponte de Abunã e o término dos abençoados viadutos em Porto Velho. Há também a esperança da duplicação da BR-364, em 804 quilômetros. O projeto já está pronto para ser licitado.

Como não poderia deixar de ser, algumas observações que fiz:

Eu já tinha visto pessoas quase dançando com o hino Céus de Rondônia, mas marcar o compasso com a mão sobre o coração, só vi o Aroldo Vasconcelos fazer isso. O ex-deputado Chagas Neto, representando a FIERO, ao discursar foi pegando as fichas de cerimonial para saudar os componentes da mesa. De repente ele pegou em uma ficha leu o nome e disse: “Esse sou eu. Não vou me cumprimentar…”. O ex-governador José de Abreu Bianco fez questão de destacar a lealdade de Miguel para com ele. Reconhecimento embora tardio, mas necessário.

E o “rondoibano” do título? É uma piada interna dos Souza. Miguel dizia aos filhos que eles eram “rondoibanos”, pois nasceram em Rondônia, mas eram filhos de paraibanos. Um dos meninos, perguntado pela professora sobre o gentílico de quem nasce em Rondônia, soltou o “rondoibano” e disse que o pai é que havia ensinado assim. Miguel foi chamado à escola para prestar esclarecimentos.

O evento foi muito bom para rever amigos e colegas de trabalho.

Miguel de Souza, Cleiton Roque e José Bianco. A careca é do José Carlos Moura Lopes, diretor da Fiero (Foto Tarcísio Batista)

Com Miguel de Souza e Desóstenes Nascimento (Foto Tarcísio Batista)

Tarcísio e eu (auto-foto Tarcísio Batista)